Brasil precisa enfrentar conseqüências do efeito estufa, avalia diretor da ANA
“Quanto mais prestarmos atenção ao uso do solo, a previsão de chuvas e secas, quanto mais projetarmos pontes, diques e obras que possam dar maior proteção, quanto mais avançarmos nessas estratégias mais preparado vai estar o Brasil para fazer face a essas conseqüências que estão associadas às mudança climáticas”, explica Cordeiro.
O diretor da ANA lembra que as mudanças no clima devem ocorrer no longo prazo. O relatório sobre Mudanças Climáticas aponta, por exemplo, um potencial aumento da temperatura do planeta em até 4 graus até o ano de 2100. Segundo ele, a chave para enfrentar os fenômenos naturais será a observação.
“Devemos redobrar nosso acompanhamento e vigilância sobre as obras que já existem e principalmente sobre as que serão projetadas daqui pra frente para incorporarem essas possibilidades”.
De acordo com Cordeiro, a agricultura também deve se preparar para as alterações climáticas. “Devemos passar a contar com certos desenvolvimentos agrícolas, tecnológicos e científicos que vão permitir que certas culturas possam precisar de menos água”.
Em sua avaliação, as mudanças climáticas podem acarretar alterações no ciclo de chuvas e fazer com que regiões que antes não precisavam de irrigação passem a adotar essa alternativa. Da mesma forma, áreas secas podem ter mais chuvas. A vazão dos rios da Amazônia também pode sofrer alterações com a previsão de derretimento das geleiras.
“Mas creio que as mudanças ocorreriam de forma lenta e gradual o que permitira que pudéssemos acompanhar, monitorar e trabalhar com medidas corretivas”, afirma o diretor da ANA.
O diretor da ANA lembra que as mudanças no clima devem ocorrer no longo prazo. O relatório sobre Mudanças Climáticas aponta, por exemplo, um potencial aumento da temperatura do planeta em até 4 graus até o ano de 2100. Segundo ele, a chave para enfrentar os fenômenos naturais será a observação.
“Devemos redobrar nosso acompanhamento e vigilância sobre as obras que já existem e principalmente sobre as que serão projetadas daqui pra frente para incorporarem essas possibilidades”.
De acordo com Cordeiro, a agricultura também deve se preparar para as alterações climáticas. “Devemos passar a contar com certos desenvolvimentos agrícolas, tecnológicos e científicos que vão permitir que certas culturas possam precisar de menos água”.
Em sua avaliação, as mudanças climáticas podem acarretar alterações no ciclo de chuvas e fazer com que regiões que antes não precisavam de irrigação passem a adotar essa alternativa. Da mesma forma, áreas secas podem ter mais chuvas. A vazão dos rios da Amazônia também pode sofrer alterações com a previsão de derretimento das geleiras.
“Mas creio que as mudanças ocorreriam de forma lenta e gradual o que permitira que pudéssemos acompanhar, monitorar e trabalhar com medidas corretivas”, afirma o diretor da ANA.
No relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, divulgado ontem (2), 2.500 cientistas projetam que a emissão de gases de efeito estufa nas taxas atuais ou maiores têm 90% de chance de causar aquecimento global e alterações climáticas. A conseqüências serão catástrofes naturais como chuvas intensas, furacões, tufões, derretimento das geleiras, entre outros.
Qual é o problema do brasil?
O problema do Brasil neste caso é justamente que a maior parte (cerca de 75%) das nossas emissões são originárias de desmatamento e não de atividades industriais, e o desmatamento quase não gera renda (de fato pode até eliminar fontes de renda muito mais interessantes) e tampouco distribui a riqueza que gera.
Assim, bastaria uma moratória nos desmatamentos para que o Brasil desse facilmente uma grande contribuição à redução na emissão de gases causadores do aquecimento global, o que de resto teria uma série de outros benefícios para as futuras gerações aqui e pelo planeta afora. E isto, na verdade, longe de ser um problema ou dificuldade, é uma grande oportunidade que temos, pois assim poderíamos ter uma ´folga´ em termos de emissão de carbono para investir no crescimento de setores industriais, que geram altas emissões – coisa que os Estados Unidos, a China, o Japão e os países da Europa Ocidental não poderão fazer, se quiserem cumprir as metas de futuros acordos de controle de suas emissões.
De fato, se essa "moratória" total fosse possível, poderíamos até mesmo dobrar nossas emissões atuais relacionadas a outras atividades (indústria, comércio, transportes), aquecendo a economia do país, melhorando a qualidade de vida da nossa população, e ainda assim estaríamos cortando nossas emissões totais atuais pela metade.
Exigir que os países desenvolvidos paguem-nos para manter nossas florestas intactas é em primeiro lugar eticamente questionável, pois se pede um benefício por algo que é uma obrigação, mais ou menos como pagar alguém por não ser corrupto. Mais do que isso, é de uma cegueira completa decidir pela manutenção do modelo atual de ocupação da Amazônia, e perder esta excelente chance de promover um "PAC ecológico" (ao invés de barganhar uns caraminguás minguados) e de dar um excelente exemplo para o resto do mundo. Esta oportunidade não durará muito tempo.
Assim, bastaria uma moratória nos desmatamentos para que o Brasil desse facilmente uma grande contribuição à redução na emissão de gases causadores do aquecimento global, o que de resto teria uma série de outros benefícios para as futuras gerações aqui e pelo planeta afora. E isto, na verdade, longe de ser um problema ou dificuldade, é uma grande oportunidade que temos, pois assim poderíamos ter uma ´folga´ em termos de emissão de carbono para investir no crescimento de setores industriais, que geram altas emissões – coisa que os Estados Unidos, a China, o Japão e os países da Europa Ocidental não poderão fazer, se quiserem cumprir as metas de futuros acordos de controle de suas emissões.
De fato, se essa "moratória" total fosse possível, poderíamos até mesmo dobrar nossas emissões atuais relacionadas a outras atividades (indústria, comércio, transportes), aquecendo a economia do país, melhorando a qualidade de vida da nossa população, e ainda assim estaríamos cortando nossas emissões totais atuais pela metade.
Exigir que os países desenvolvidos paguem-nos para manter nossas florestas intactas é em primeiro lugar eticamente questionável, pois se pede um benefício por algo que é uma obrigação, mais ou menos como pagar alguém por não ser corrupto. Mais do que isso, é de uma cegueira completa decidir pela manutenção do modelo atual de ocupação da Amazônia, e perder esta excelente chance de promover um "PAC ecológico" (ao invés de barganhar uns caraminguás minguados) e de dar um excelente exemplo para o resto do mundo. Esta oportunidade não durará muito tempo.
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O QUE PODEMOS FAZER ?COMO NÃO PODEMOS CONSERTA O MUNDO, NEM O PRÓXIMO.
JÁ EXPERIMENTOU CONSERTA VOCÊ MESMO? ISSO MESMO,
UMA GRANDE MUDANÇA TEM QUE PARTE DE NÓS MESMO, SE QUEREMOS MUDAR ALGO DAR O EXEMPLO JÁ É UM GRANDE PASSO ...
OU VOCÊ PREFERI VIRA CHURRASQUINHO QUANDO FOR A PRAIA ?
¬¬º

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